Matriz e Filial

Sistema Control ideal para o controle de Matriz e Filial

Padarias

Ideal para a gestão de Padarias e Lanchonetes

SISTEMA CONTROL – OFICINAS E AUTOCENTROS

Gerencia sua oficina de maneira rápida, fácil e inteligente com o Sistema Control.

SISTEMA CONTROL – MÓVEIS E ELETROS

SISTEMA CONTROL – MÓVEIS E ELETROS

SISTEMA CONTROL – MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Google cria página para explicar como age no combate às fake news

O Google deu um importante passo para o combate às fake news. A gigante da tecnologia anunciou a criação da página “Mitos e Fatos”, um espaço virtual que reúne explicações sobre como a empresa atua no combate à desinformação em suas plataformas, entregando conteúdo de qualidade e também respeitando a diversidade e a liberdade de expressão.
De acordo com o Google, a iniciativa visa promover informação de qualidade. Na página é possível encontrar informações sobre como a Busca do Google foi projetada para fornecer as informações mais relevantes e confiáveis disponíveis e, também, como suas políticas proíbem que os proprietários de sites busquem enganar o usuário sobre sua identidade ou produtos.
Especialmente em um ano em que fomos bombardeados por informações diversas sobre a COVID-19, esclarecer a veracidade das notícias é um papel importante dos grandes players de tecnologia.

Quatro passos para checar informação

O conteúdo abaixo foi traduzido e adaptado pelo projeto Educamídia, que conta com apoio financeiro do Google.org. Veja essas e outras dicas no site do projeto.

  1. Ao começar a ler uma página, pause.
  2. Você conhece e confia neste site ou na fonte da informação? Se não conhece, não compartilhe ou passe adiante a informação. Vá para os próximos passos para tentar saber mais claramente o que está lendo. Se em algum momento se sentir perdido, ou se afastar do seu objetivo inicial, pause e comece de novo.
  3. Em seguida, investigue a fonte.
  4. Quem está dizendo isso? Quais as suas qualificações ou motivações? É um prêmio Nobel? Um site de teorias da conspiração? É alguém que pode ter uma agenda comercial ou política implícita? É claro que até um prêmio Nobel pode estar enganado, e que organizações e empresas com interesses políticos ou comerciais publicam muitas informações de qualidade. Ainda assim, antes de ler, procure conhecer melhor quem escreveu/publicou. Vale a pena gastar alguns segundos para estabelecer se a fonte em questão é confiável ou relevante, e até mesmo se o texto merece a sua atenção.
  5. Busque informações melhores.
  6. Outra estratégia é buscar a mesma informação em outras fontes que você conhece e nas quais confia. Qual a melhor fonte de informação que você consegue encontrar sobre isso? Faça uma busca e analise os resultados. Tente encontrar uma cobertura mais confiável, mais aprofundada ou mais equilibrada. Melhor ainda, procure descobrir se há consenso sobre essa afirmação. Você não precisa concordar, mas conhecer o histórico e o contexto de determinada afirmação irá lhe ajudar a ter uma melhor avaliação.
  7. Encontre o contexto original da informação.
  8. De forma intencional ou não, a internet pode ser um “telefone sem fio”. Afirmações, dados e imagens muitas vezes são retirados de seu contexto original e apresentados de forma isolada, oferecendo um recorte da realidade. Outras vezes, podem ter sido editados para criar uma nova mensagem. Elementos deixados de fora de uma imagem ou vídeo, legendas que não combinam com o que está na foto ou informações científicas superficiais são exemplos de mensagens descontextualizadas. Procure a informação completa.

Quer saber mais? Aprenda seis maneiras de usar a Busca do Google para verificar fatos e combater a desinformação.

Geralmente, quando ocorre um data breach em função de um ciberataque, essas informações costumam ser compartilhadas sem permissão, vendidas ou, dependendo da motivação do cibercriminoso, sequestradas para extorsão.
Portanto, um data breach ocorre quando existe um ponto de entrada não-autorizado no banco de dados de uma empresa que permite que hackers acessem dados de clientes, como senhas, números de cartão de crédito, CPFs, informações bancárias, carteiras de motorista, registros médicos, dentre outros dados que, por lei, devem ser mantidos em sigilo.
Isso pode ser feito fisicamente, através de endpoints (dispositivos como computador e celular de trabalho, por exemplo), ou ultrapassando a segurança da rede remotamente.
O que você vai ler neste artigoQuem está por trás das violações de dados?Os métodos utilizados para violação de dadosDescubra a Anatomia das Ameaças CibernéticasQuer levar seu conhecimento ainda mais longe? confira agora mesmo o nosso material com a anatomia das principais ameaças cibernéticas, um material muito completo, gratuito, em duas partes!

Quem está por trás das violações de dados?

Porém, embora automaticamente tenhamos a supor que toda violação de dados é causada por um hacker ou cibercriminoso externo, nem sempre isso é verdade. Vale considerar que um data breach também pode ocorrer das seguintes formas:

Um acidente entre colaboradores: um exemplo que muitos costumam esquecer ou relevar envolve um colaborador que usa o computador de um colega de trabalho e lê arquivos confidenciais sem a devida permissão. O acesso não é intencional e nenhuma informação é compartilhada. No entanto, como foram visualizados por uma pessoa não-autorizada, os dados são considerados violados;

  • Um funcionário mal-intencionado: nesse caso, a pessoa acessa e/ou compartilha propositalmente dados com a intenção de causar danos a um indivíduo ou empresa. O usuário mal-intencionado pode ter autorização legítima para usar os dados, mas a intenção é usar as informações de forma escusa;
  • Dispositivos roubados ou perdidos: um notebook, celular ou HD externo não-criptografado e desbloqueado – qualquer coisa que contenha informações confidenciais, na verdade – desaparece ou é roubado, e um terceiro tem acesso às informações neles contidas;
  • Pessoas maliciosas de fora: finalmente, aqui temos os hackers que usam vetores de ataque para roubar informações de uma rede ou de um indivíduo.

Quais foram as principais ameaças do ano passado?

Olhar para o passado é essencial para entendermos a origem, medir, ou até mesmo prever o crescimento das ameaças cibernéticas. Em nosso cybertalks do mês, conversamos com o nosso Gerente de Produtos, Adalberto Costa, sobre as principais ameaças cibernéticas que ocorreram no ano passado e como as empresas podem se prevenir neste ano novo. 

Os métodos utilizados para violação de dados

Obviamente, cada ataque tem suas particularidades, variando conforme os objetivos de cada indivíduo e gravidade da violação. Porém, comumente, as etapas envolvidas em uma operação de data breach são:

  1. Pesquisa: o cibercriminoso procura pontos fracos na segurança da empresa (pessoas, sistemas ou rede);
  2. Ataque: O cibercriminoso faz contato inicial, usando um vetor de ataque;
  3. Extração: Depois que o cibercriminoso entra em um computador, ele pode atacar a rede e abrir caminho até dados confidenciais da empresa. Uma vez que o hacker consegue extrair os dados, o ataque é considerado bem-sucedido.

Os infratores tendem a seguir esse padrão de ataque, ainda que planejem violação por violação. Afinal, o caminho até a joia da coroa é relativamente conhecido por eles e não costuma variar muito.

Os cibercriminosos estudam suas vítimas, para saber onde estão suas vulnerabilidades, como falhas em atualizações de software ou suscetibilidade dos colaboradores a campanhas de phishing.

  1. Depois de conhecerem os pontos fracos de um alvo, eles desenvolvem uma campanha para convencer os usuários a baixarem malwares por engano, ou tentam penetrar diretamente na rede.
  2. Uma vez lá dentro, os invasores têm a liberdade de procurar os dados que desejam e muito tempo para fazê-lo, pois a violação média leva mais de cinco meses para ser detectada.

Dentro desse esquema mais genérico, temos as variações dos métodos de ataque. Alguns destaques são:

  • Credenciais roubadas: a grande maioria das violações de dados é causada por credenciais roubadas. Se os cibercriminosos tiverem uma combinação de nome de usuário e senha de um de seus colaboradores, eles terão uma porta aberta na sua rede. Pior ainda: como a maioria das pessoas reutiliza senhas, os criminosos cibernéticos podem acessar e-mails, sites, contas bancárias, arquivos na nuvem e outras fontes de informações financeiras ou de informações pessoais através de uma única credencial roubada.
  • Recursos comprometidos: vários ataques de malware são usados para negar as etapas regulares de autenticação que normalmente protegem um computador, liberando mais facilmente o caminho até os dados de interesse.
  • Fraude no pagamento: os escumadores de cartão, por exemplo, invadem caixas eletrônicos ou dispositivos de pagamento (maquininhas de cartão) e roubam dados sempre que um cartão é passado.
  • BYOD (bring your own device): quando os funcionários levam seus próprios dispositivos para o local de trabalho, ou para coworkings, por exemplo, é fácil para equipamentos desprotegidos fazerem o download automático de aplicativos carregados de malware que fornecem aos hackers uma abertura para roubar os dados armazenados no dispositivo. Esses dados geralmente incluem e-mail e arquivos de trabalho, bem como as informações de identificação pessoal do proprietário do dispositivo.

Ou seja, não faltam recursos para cibercriminosos causarem dano que desejarem através de uma violação. Faz sentido, uma vez que as frentes de proteção são as mesmas de ataque. Pouco a pouco, os agressores vão ganhando permissões administrativas para rodar códigos maliciosos nos endpoints das vítimas, danificando ou tomando controle e, então, sem muito esforço, conseguem ganhar acesso à joia da coroa.

Para combater esses ataques, é preciso pensar que o cibercrime evolui em paralelo com as soluções tecnológicas que possibilitam vivermos em um mundo cada vez mais conectado. Todas as superfícies de ataque – redes corporativas, colaboradores remotos usando endpoints da empresa, serviços na nuvem, dispositivos móveis dentro ou fora da empresa – e todos os vetores de ataque – endpoints, e-mail, websites – devem ser protegidos no intuito de se evitar uma violação.

Quem é quem em um ataque de Engenharia SocialSe a Engenharia Social pode atingir qualquer nível de usuário, como traçar o perfil de quem a pratica com más intenções e quem sofre com suas consequências?Um ataque de Engenharia Social envolve abordagens que podem despertar o interesse do alvo pela ativação de algum senso emotivo.
Diferente de ataques focados em tecnologia, a aproximação do engenheiro social pode ter diferentes caras e afinidades, tudo vai depender do que o criminoso sabe previamente o alvo.
Se um ataque de Engenharia Social pode fazer de qualquer um uma vítima, definir os alvos prioritários de um possível ataque deve ser baseado em algumas outras características.
Para chegarmos nas vítimas mais vulneráveis, iremos abordar neste artigo:
Como funciona um ataque de Engenharia SocialQuais os principais tipos de ataqueOs dados mais importantes que sua empresa precisa proteger?O Perfil do Engenheiro SocialQuem é a Vítima de Engenharia SocialComo Proteger Funcionários da Engenharia SocialVamos lá?
Como funciona um Ataque de Engenharia Social na Segurança da InformaçãoPara entendermos como os ataques de Engenharia Social, ainda que semelhantes, possam ter impactos diferentes, é importante compreender que seu sistema funciona na base de tentativa e erro:
Coleta de informações, planejamento de ataques, aquisição das ferramentas necessárias, ataque, uso das informações coletadas.

Sendo assim, novas tentativas de ataques podem ser mais convincentes por trazerem elementos que as tornem mais verídicas, com os dados coletados na tentativa anterior.

Principais ataques realizados com Engenharia Social

Phishing

O Phishing é o ataque da engenharia social mais comum da atualidade, em suas dezenas de versões.

O crime consiste na obtenção de dados de uma pessoa ou organização através de técnicas de comunicação que resultam na persuasão da vítima.

No ambiente corporativo, qualquer usuário pode ser uma porta de entrada para uma brecha de segurança por saber, ter acesso ou simplesmente saber quem sabe de algo importante.

O contato do criminoso pode ocorrer a partir de qualquer meio de comunicação, como telefone, e-mail, ou SMS – na tentativa de fazer com que pessoas caiam em um golpe.

Fácil de ser executado, o phishing também não é um ataque difícil de ser reconhecido quando observado com atenção. Por isso, a chance de sucesso da prática depende de dois fatores: O momento certo e a desatenção do usuário.

Quem é exposto a essa tática pode ser surpreendido com algum contato em um momento em que aquele contato faça sentido, por exemplo.

Pretexting

O Pretexting é uma ação maliciosa que consiste na tentativa de se obter dados pessoais ou sobre uma empresa de maneira voluntária por uma falsa causa.

Este golpe pode vir disfarçado de uma causa ou confirmação de informações e com isso, despertar a generosidade do alvo.

Suas vítimas podem receber um e-mail suspeito, um telefone ou até mesmo mensagem de texto no WhatsApp.

Quid pro quo

O Quid pro quo é uma abordagem de troca inconsciente. Alguém oferece algo em troca de outra coisa.

Uma vítima desta abordagem pode receber ajuda técnica por algo, que embora seja resolvido pelo criminoso, dá a ele o poder de instalar ou induzir a instalação de arquivos maliciosos no dispositivo.

É uma falsa sensação de benefício em troca de dados pessoais ou problemas técnicos maiores no futuo.

Sextorsão

A sextorsão (sexo + extorsão) é um crime virtual em que a vítima é chantageada a realizar uma ação caso não queira que algum conteúdo íntimo seja divulgados.

Quando uma vítima possue algum e-mail ou número de celular exposto e que possam ser encontrado por botnets, é muito provável que receba tentativas de diversos tipos de ataques, incluindo a sextorsão.

É uma prática que se apoia muito na informação que coleta sobre um alvo, por muitas vezes ele não possui, realmente, um arquivo confidencial, mas sua abordagem (mais informada do que a maioria) vai fazer a vítima acreditar que sim.

Dumpster Diving

O dumpster diving é uma das práticas mais comuns e cotidianas que não utilizam dispositivos eletrônicos.

Trata-se do ato de vasculhar o lixo alheio para obter algum bem.

No mundo da tecnologia, vasculhar o lixo não é apenas uma ação de desespero, pois resíduos, peças ou até mesmo dispositivos com falhas podem ser descartados pelas companhias e tornarem-se alvo de algum tipo de vazamento ou boato.

Muitas organizações já possuem políticas de descarte para formalizar a ação e blindar qualquer tipo de vazamento ao tornar os itens inutilizáveis.

Shoulder Surfing

O Shoulder Surfing consiste na prática de observar as ações que uma pessoa está realizando em dispositivos como um celular ou computadores.

Para os engenheiros sociais, a ação pode representar mais do que uma simples curiosidade e tornar-se uma oportunidade para descobrir e memorizar senhas ou informações da vítima ou empresa que trabalha.

Tailgating

O tailgating é uma tática mais complexa que consiste no acesso presencial a lugares restritos por pessoas não autorizadas.

Considerada a mais antiga das abordagens de engenharia social, utiliza-se na maioria das vezes da bondade da vítima, como quando alguém está com as mãos tão ocupadas que uma pessoa gentil decide ajudar ao abrir e segurar a porta.

Quais informações mais importantes que sua empresa precisa proteger

Talvez sua empresa colete muitos dados bancários de usuários, por envolver o credenciamento para alguma plataforma financeira (como uma fintech).

Ou talvez ela simplesmente envolva dados particulares e identificáveis, como documentos e as preferências de cada um, como em uma rede social.

O mais importante a se compreender é que toda empresa possui um dado que acaba sendo mais importante que o outro pelo valor que representa para o negócio.

Para traçar o perfil de quem é vítima e engenheiro social nesse tipo de ataque, é importante primeiro entender qual a informação mais importante para cada marca.

Talvez a informação mais relevante para o setor de limpeza, por exemplo, seja o calendário de locais que precisam ser limpos, listagem de produtos, dentre outras coisas neste sentido, mas o mesmo funcionário pode ter acesso a lugares críticos.

E é por isso que não importa necessariamente quem você é, e sim o que você sabe ou os locais para os quais você tem acesso.

Quem é o Engenheiro Social

Apesar do nome, um engenheiro social não é um especialista na área de roubar informações.

Até porque a formação ainda não existe. Ao menos não formalmente.

Mas para que alguém execute ataques de engenharia social, algumas habilidades podem ser necessárias:

  • Capacidade de contar uma boa história de maneira convincente.
  • Habilidade para utilizar as informações coletadas a seu favor.
  • Poder de persuadir para conseguir que as ações sejam voluntárias.
  • Inteligência analítica necessária para estudar o alvo ou público-alvo com precisão.

Quem é a Vítima de Engenharia Social

A engenharia social está presente em todo lugar, qualquer sinal ou ação pode ser o suficiente para que alguém obtenha alguma informação da vítima.

A maior brecha dos sistemas de segurança não é sua tecnologia, mas as pessoas.

Todos os seres humanos possuem características (como o gosto por algum estilo musical), padrões de comportamento e psicológicos. É na observação dessas características que um engenheiro social obtêm o que precisa.

Seja o colaborador um profissional da área técnica ou mais humanizada, todos estão sujeitos a falhar na proteção contra um ataque deste tipo, pois possuem vulnerabilidades humanas.

Em situações cotidianas, vítimas podem ser feitas:

  • Quando desatentos – em modo “automático” na realização de suas tarefas.
  • Ocasião em que não verificam a autenticidade das mensagens recebidas.
  • Ao passo que vivenciam algum problema pessoal e a mensagem soa como a oportunidade de melhorar as coisas.
  • No momento em que se sensibilizam com a mensagem recebida e tem intenções de ajudar.
  • Na hora em que precisa de ajuda e não possui muitas habilidades técnicas.

Como proteger funcionários da Engenharia Social

Muitas empresas erram na prevenção contra golpes virtuais ao só importarem-se com eles após uma primeira ocorrência.

A verdade é que quando falamos que a maior vulnerabilidade de segurança no ambiente corporativo é o fator humano e não suas tecnologias, não estamos falando que os funcionários são menos competentes, mas sim, que todos podem ser persuadidos.

É por isso que uma boa estratégica para combater a engenharia social possui duas características:

  • Prevenção.
  • Constância.

O fato de ser preventiva mostra que a organização já está preparada para caso algo aconteça, ela reconhece o problema e suas probabilidades, e só isso já é o suficiente para afastar muitos criminosos entusiastas.

Quanto a ser constante, é para que os funcionários também estejam sempre alertas sobre o perigo e não apenas em campanhas específicas ou ações reativas a ataques sofridos.

Em outras palavras, a prevenção é a melhor arma contra ataques de engenharia social. Confira algumas dicas que podem ser lembradas dentro do ambiente corporativo:

Manter gavetas e armários fechados.

Holerites, documentos e diversos outros arquivos impressos, com informações sensíveis, podem tornar-se uma vulnerabilidade ao serem facilmente vistas por colegas no ambiente corporativo.

Por isso, é importante manter as gavetas e armários fechados, e instruir os funcionários a levarem tudo o que for crítico para casa no final do expediente, ou disponibilizar um armazenamento específico para este fim.

Minimizar ou encerrar softwares que exponham dados da empresa ou funcionário.

Especialmente em empresas em que as mesas e computadores estiverem expostas em ambiente aberto, é muito comum que, quase inconscientemente, funcionários “bisbilhotam” o que outros estão executando no dispositivo.

Embora na maioria das vezes isso não represente nenhum problema, pode representar uma vulnerabilidade ao gerar oportunidades para pessoas com más intenções.

Não compartilhar login e senha com nenhum colega de trabalho.

Talvez a prática mais comumente difundida em qualquer ambiente, o compartilhamento de senhas é uma das práticas simples que podem causar as piores consequências a um trabalhador.

Imagine que ao fornecer a senha, a pessoa não apenas ganhar acesso total aos recursos disponibilizados para o dono da conta como também abre uma nova vulnerabilidade para seus dados pessoais, que podem a qualquer momento ser obtidos por algum usuário mal intencionado dependendo da prática do novo portador das informações de acesso.

Na necessidade de ausentar-se da mesa de trabalho, realizar o logout até o retorno.

Isso pode ser feito através do menu iniciar ou CTRL + Alt + Del caso esteja utilizando o Windows como sistema operacional.

Da mesma maneira que é importante fechar gavetas e armários que contenham documentos críticos, é essencial que os integrantes de qualquer equipe em uma empresa recebam o treinamento adequado para adquirirem o hábito de, ao ausentar-se da mesa de trabalho, encerrem a sessão de login no computador.

Isso porque ao manter o sistema logado o usuário abre brechas para que outras pessoas acessem ou alterem um arquivo específico que possa comprometer a vítima.

Não jogue documentos inteiros no lixo, rasgue-o ou fragmente caso seja uma opção no local de trabalho.

Jogar documentos e itens críticos como cartões de crédito, exames ou papéis com outras informações podem abrir brechas para a prática de no-hacking conhecida como “dumpster diving”, que consiste basicamente na vulnerabilidade encontrada num lugar muito comum: as lixeiras.

Em situações externas, evitar ao máximo mencionar informações internas da empresa (quadro de funcionários, rotinas, procedimentos).

Exceto quando receber instruções específicas e treinamento de uma assessoria de imprensa, por exemplo.

Colaboradores bem informados sobre a própria organização nunca representarão algo negativo.

No entanto, é importante que os mesmos sejam instruídos nos lugares e momentos em que poderão falar sobre os temas internas.

Pessoas passam por diversos ambientes, além da empresa, ao longo do dia: transportes públicos, outras empresas e claro, a própria residência.

Todos os lugares externos podem abrir vulnerabilidades para que pessoas de fora ganhem acesso a informações privadas e que podem usar para finalidades de impacto negativo.

Coletar documentos impressos logo em seguida.

Impressão em rede é um excelente recurso para a maioria das empresas, afinal, diminui a necessidade de espaços físicos para diversas impressoras e permite que os funcionários compartilhem um mesmo equipamento.

No entanto, o compartilhamento desse dispositivo pode abrir vulnerabilidades para que pessoas tenham acesso ao que foi impresso antes mesmo de quem o solicitou.

E por isso recomendação geral é de que os documentos sejam coletados logo depois da impressão ser solicitada.

Um guia sobre Engenharia Social

Todos estão vulneráveis

Como visto, todos podem tornar-se alvos de um engenheiro social, tudo irá depender dos seguintes fatores:

  • As intenções do criminoso
  • As informações que a vítima sabe, as pessoas que conhece ou os lugares para os quais tem acesso
  • Seu estado emocional

É por isso que embora pessoas com os maiores cargos sejam alvos maiores, a hierarquização não funciona para traçar o impacto de um ataque, pois algo que um novo funcionário saiba ou o local para o qual tem acesso pode ser suficiente.

Quer saber o que sua empresa pode fazer ainda hoje para prevenir os ataques de Engenharia Social? Consulte os Especialistas em Segurança da Informação da Compugraf.

Domínios, Hospedagens e e-mail corporativo

A Ággilli Software é parceira e representa o UOL Host, oferecemos serviços de domínio, hospedagem e e-mail corporativo, ideais para que sua empresa possa ser vista como deve na internet.

Qual é a diferença entre domínio e hospedagem?

Grande parte dos usuários possuem bastante dúvida em diferenciar as duas questões, muitos acham que ambas são a mesma coisa, pois alguns serviços para usuários mais leigos oferecem a ligação direta entre o domínio e o servidor de hospedagem.

Mas afinal, o que é domínio?

Domínio é o registro de um nome, que é utilizado para conectar seu site à sua hospedagem através de uma palavra ou sequência de caracteres com a finalidade de facilitar o acesso ao seu site através de um navegador de internet.

O que é Hospedagem?

Diferente do domínio, que faz apenas a ligação de seu site para que ele seja acessado através de uma palavra ou sequência de caracteres, a hospedagem é um como um espaço online reservado para seu site na internet, é por meio dela que você armazena os arquivos que mantém seu site no ar.

Existem diversos tipos de planos na Ággilli Software que é parceira UOL Host, para diferentes tipos de questões que você precise hospedar. De acordo com seu projeto ou plano de negócio podem haver vantagens ou desvantagens em cada modelo de contratação, portanto, antes de escolher seu plano de hospedagem, mensure o quanto de servidor você irá precisar e quais compatibilidades ele precisa ter para que o seu funcionamento seja como o esperado.

Criação de Sites

Somos Especialistas

Sim, você está no lugar certo. A Ággilli Software é especializada na criação de sites profissionais. Nós projetamos, desenvolvemos e gerenciamos sites de alto impacto que geram leads, vendem produtos e contam histórias.

Nosso trabalho envolve a criação de sites profissionais, exclusivos e gerenciáveis. Porém, não queremos ser apenas mais uma empresa de criação de sites. Nossa proposta, é que você tenha além de um site bonito, um site que gere VENDAS.

Acredite, sem a criação de um site profissional sua empresa é invisível para milhares de pessoas que buscam pelo seu serviço todos os dias no Google. Em suma, sem um site profissional você literalmente está deixando de ganhar novos clientes diariamente.

CRIAÇÃO DE SITES PROFISSIONAIS

COMO FUNCIONA?

1º PASSO
Você solicita o contato pelo formulário e imediatamente uma pessoa do nosso time entrará em contato para explicar os detalhes de nosso serviço e entender sua demanda.​

2º PASSO
Após receber o orçamento e aprova-lo, você receberá o contrato com validade juridica para assinar. Com isso feito, vamos te enviar o briefing e programar os boletos bancários.

3º PASSO
Agora é só preencher o briefing e nos enviar o conteúdo do seu site. Após esta etapa você receberá um site profissional em poucos dias., com direito a rodadas de alteração.

4º PASSO
Após entregarmos seu site (e você aprovar), te enviaremos os acessos para que você tenha total controle sobre ele. Livre de mensalidades, ou taxas de recorrência.

ORÇAMENTO PARA SITE

FINANCIAMOS SEU SITE

Nossos sites são criados nas mais modernas tecnologias atuantes hoje no mercado.

E a melhor parte: nós trabalhamos com contrato assinado e pagamentos parcelados via cartão ou boleto bancário. Isto mesmo você NÃO precisa ter cartão de crédito.

Agilidade, exelência no atendimento e sites com propósito. Esse é o lema da Líder Digital, uma empresa especialista na criação de sites profissionais e personalizados, responsivos para celular e otimizados para o Google.

Ao final do desenvolvimento do seu site você receberá um login e senha e poderá alimenta-lo com fotos, vídeos e textos através de um PC, Laptop, Tablet ou Smartphone.

 

 

ERP, tudo que você precisa saber sobre esse sistema

Saber o que é ERP é essencial, pois é esse o software que centraliza todas as operações da empresa.

Hoje em dia a operação de uma empresa está cercada por softwares que automatizam e otimizam atividades rotineiras, que melhoram, assim, a produtividade. 

Com a crescente oferta de ferramentas, contar com um sistema para gerir toda essa gama de aplicações é fundamental para garantir o sucesso da sua empresa.

Neste artigo, vamos explicar o que é ERP e como esse software é fundamental para o bom funcionamento dos sistemas da sua loja.

O que é ERP?

A sigla ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, que quando traduzida para o português resulta em Planejamento dos Recursos da Empresa.

No Brasil, quando falamos em ERP significa que estamos falando sobre um Sistema de Gestão Empresarial.

Sendo assim, o ERP é um software de gestão que funciona como um integrador entre todos os sistemas da empresa. 

Isto é, um centralizador de informações que fornece dados para a operação de diversos setores de uma loja: como controle de estoque, finanças, vendas e fiscal, por exemplo.

Para que serve o ERP?

A adoção de um ERP oferece às empresas a oportunidade de fazer os processos diários com uma intervenção tecnológica. 

Ou seja, há possibilidade de usar softwares e programas para auxiliar em atividades rotineiras do varejo.

O controle de estoque e o processo de venda, são exemplos clássicos disso. Dessa forma, com a ajuda de um programa, a gestão dos produtos estocados e a baixa das mercadorias, à medida que são vendidas, são realizadas de forma precisa e automatizada. 

Isso dificilmente aconteceria se esses processos fossem realizados manualmente.

Um ERP serve como o centralizador da gestão de todas as rotinas. Nesse software serão integrados todos os sistemas e as informações serão compartilhadas entre eles em tempo real e de forma assertiva. 

Por meio desse modelo, a comunicação entre o sistema de controle de estoque e o sistema do PDV de vendas acontecerá em tempo real. 

Dessa forma, você terá informações instantâneas e, assim, tomar as melhores decisões para sua empresa. 

É importante ressaltar que no Brasil, pela intensidade das obrigações fiscais, o ERP também serve como ferramenta para o cumprimento dessas obrigações. Dado que ele auxilia na emissão de notas e fornece informações para a transmissão ao FISCO.

Como funciona o ERP?

Normalmente um software ERP é dividido em módulos, que possuem funcionalidades diferentes e, por isso, estão capacitados cada um para atender uma demanda da empresa. 

Dessa forma, para o segmento varejista, alguns módulos são essenciais e devem ser verificados durante a contratação de um sistema.

Funcionalidades como a gestão de estoque, o cadastro de produtos com os campos obrigatórios, o frente de caixa com integração com a retaguarda, a emissão de notas fiscais, um módulo de compras com relatórios inteligentes e o controle financeiro, são exemplos de módulos que devem estar presentes em um ERP para que o software atenda às demandas da sua empresa.

Além disso, é indispensável contar com o sistema de gestão que ofereça relatórios atualizados sobre o resultado da operação. 

Esses números serão usados por você para o acompanhamento, definição de novas metas, tomada de decisões de investimentos e controle de custos, despesas e perdas.

Vantagens do ERP

Agora que você já sabe o que é ERP e como funciona esse software, vamos apresentar algumas vantagens em usar esse sistema na sua loja:

  1. Redução de erros, operacionais e estratégicos;
  2. Redução de fraudes em setores como vendas e compras;
  3. Aumento da produtividade dos setores;
  4. Segurança das informações transmitidas entre os setores;
  5. Organização da equipe e dos processos;
  6. Atendimento eficiente e rápido aos clientes;
  7. Controle de estoque certo e atualizado;
  8. Controle financeiro correto;
  9. Certeza do cumprimento das obrigações fiscais;
  10. Segurança em momentos de tomada de decisão.

Problemas de gestão que o ERP ajuda a resolver

Ao longo da operação da sua empresa alguns problemas de gestão podem aparecer. 

Acredito que você não queira complicações que influenciem negativamente nos seus resultados. 

Um ERP tem a função de contribuir para ajudar na operação e, assim, evitar que os seguintes problemas apareçam na sua loja:

  1. Dificuldade em vender e atender o cliente com rapidez e segurança;
  2. Problemas com a legislação, principalmente no ponto de venda;
  3. Controle de estoque errado;
  4. Decisões erradas, estratégicas e operacionais.

6 dicas para escolher o melhor ERP para sua loja

Com todas essas informações sobre o que é ERP, a importância desse sistema e as vantagens em você usar na sua empresa, é de imaginar que você esteja se perguntando como escolher o melhor software para utilizar aí na sua loja.

Preparamos 6 dicas básicas para ajudar você nesse momento:

  1. Avalie as necessidades da sua empresa;
  2. Considere as regras de negócios e as particularidades do seu tipo de empresa;
  3. Pense na estrutura que será necessária para a utilização do ERP;
  4. Escolha um ERP que atenda à legislação do seu segmento;
  5. Analise como será a implantação do ERP;
  6. Veja se a software house responsável pelo ERP oferece suporte qualificado.

Conclusão

Saber o que é ERP é essencial se você deseja melhorar a gestão dos processos em sua empresa e contar com um software que integre todas as áreas de sua loja.

Quer saber mais sobre ERP? Preparamos um material, que você pode baixar gratuitamente clicando aqui: Guia do Sistema de Gestão.

Hoje em dia o mercado exige que as empresas contem com operações eficientes, visando evitar perdas, reduzir despesas e custos desnecessários, contar com excelência na tomada de decisões e oferecer ao cliente o melhor atendimento durante a sua experiência de compra. 

Um sistema de gestão é a ferramenta que proporciona todas essas vantagens.

Gostou do artigo? Compartilhe com seus contatos e ajude a levar informações para todos no varejo.

Automação Comercial

Mas afinal, o que é automação comercial?

Podemos definir que automação comercial é a utilização de ferramentas e métodos tecnológicos para automatizar atividades do dia a dia da loja. 

Uma empresa automatizada utiliza software (sistemas) e hardware (equipamentos) para dar suporte aos procedimentos operacionais e com isso gerar informações para tomadas de decisão, bem como automatizar processos operacionais, como, por exemplo, o atendimento ao cliente.

Sem a automação comercial, todos os processos têm que ser realizados manualmente, o que abre margem para erros e para a lentidão na execução dos processos. 

Portanto, a automação comercial vem para padronizar, automatizar, otimizar e agilizar as rotinas necessárias para a operação e gestão de um negócio.

Um conceito bastante comum limita a automação comercial às rotinas que atendem ao processo de venda das lojas, nos balcões e nos autosserviços, tais como supermercados e padarias, vinculando aos equipamentos do PDV (Ponto De Venda), tais como impressoras, gavetas, leitores de código de barras e balanças. 

Entretanto, preferimos uma abordagem mais ampla, na qual se inclui sistemas de gestão (ERP) com todas as rotinas da empresa, que buscam em sua operação a melhoria do resultado da empresa.

Conheça mais sobre sobre ERP aqui. 

Equipamentos que envolvem a automação comercial: 

No dia a dia do varejo, quando falamos em automação comercial, os varejistas costumam lembrar dos equipamentos do PDV (como impressoras, gavetas, leitores de código de barras e computadores) e das balanças, que são usadas para a venda de produtos a granel. Abaixo, falaremos, de uma maneira bem abrangente, sobre esses equipamentos. 

Impressoras

A impressora está envolvida diretamente no processo de venda, e isso faz dela uma das partes mais importantes do seu PDV. Por isso, atentar-se a escolher uma impressora que atenda a demanda da sua loja é muito importante, ela consegue otimizar o tempo gasto no fechamento da venda, e, consequentemente, garante a melhor satisfação dos seus clientes. 

Outra característica fundamental é o atendimento à legislação do seu Estado. Se seu estabelecimento emite NFC-e, a impressora não fiscal térmica será a indicada para o seu checkout.

Gavetas

No ato da venda a gaveta de dinheiro é um equipamento muito importante. É ela que garante o armazenamento das notas e moedas, além de ser responsável por automatizar  e agilizar o processo de venda. 

No mercado, há vários tipos de gaveta de dinheiro, e a diferença entre os modelos consiste, basicamente, na abertura da tampa, fabricante e a matéria-prima utilizada. 

Ao escolher o fabricante, é importante o varejista avaliar se a empresa oferece garantia do equipamento e, ainda, se há uma assistência técnica qualificada. 

Leitores de código de barra

Também chamado de scanner, o leitor de código de barras é utilizado para a leitura de códigos dos produtos. Entre a variação de modelos, ele pode ser de mão ou de mesa. 

O Leitor de Código de barra de mão tem um custo menor, porém ele funciona com apenas um feixe de laser. Dessa forma, ele é direcionado para a posição correta de código da mercadoria para realizar a leitura. Ele é mais indicado para lojas que possuem menos movimento. 

No caso do Leitor de Código de barras de mesa, ele tem custo maior e, além disso, é fixo. Esse tipo é considerado mais rápido e tem vários feixes de luz. Por isso, é indicado para supermercado, padarias e mercearias que têm maiores volumes de vendas. Isso porque elas precisam de velocidade com a operação simples e eficiente. 

Computadores 

Os computadores fazem parte do momento mais importante de dentro da loja: a venda. Por isso, é importante pensar em um equipamento que proporcione segurança e agilidade para as suas vendas. 

Para que ele consiga interligar  com os outros periféricos, deve ter vários USB’s e pelo menos uma Porta Serial. São essas conexões que permitirão a interligação com as balanças, leitores de códigos de barras, teclados, gavetas, além das impressoras. 

O fornecedor de software é quem deve indicar a configuração necessária do computador que será utilizado. 

Balança

Para quem trabalha com produtos pesáveis, como hortifrutigranjeiros, padaria ou restaurante Self-service, a balança é extremamente útil. 

Dependendo do tipo, ela pode ser instalada diretamente no PDV ou em locais específicos da área de vendas. Em empresas maiores, como supermercados e padarias, que demandam boa eficiência operacional, ter balanças instaladas diretamente nos setores proporciona agilidade nas operações do checkout, mas tem desvantagens também, confira neste artigo “Balança de Checkout ou ilha de pesagem?”. Além disso, ela deve ser do tipo que incorpora a impressora de código de barras. 

Cofre Inteligente

cofre inteligente é como um cofre comum, mas com algumas funcionalidades a mais. Há um refinamento no modelo de cofre, dispondo de muita tecnologia, o que contribui para uma solução maior de gestão de numerário, envolvendo toda a logística de transporte de valores. 

Nele, há uma espécie de contador, onde você coloca as notas para a contagem e recolhimento. 

Além disso, também possui uma espécie de computador, onde você deve digitar a senha para fazer o procedimento. Ele consegue oferecer também o serviço de crédito diário, além de ter também um seguro que garante o ressarcimento do valor depositado no cofre. 

Coletor

Apesar de o coletor não estar vinculado ao processo de venda propriamente dito, quando se pensa em automação como automatizar os processos de um estabelecimento comercial, ele tem uma função muito importante. 

O coletor está basicamente envolvido em dois processos: o de conferência de no ato do recebimento de mercadorias, por meio do Confronto entre o pedido de compra e NFe (XML), e inventário (seja rotativo ou integral). Com ele, você ganha não só economia de pessoal, mas qualidade das informações. 

Todos os equipamentos periféricos são, realmente, muito importantes. Entretanto, não podemos esquecer dos sistemas de gestão, que são fortes aliados dos empresários e gestores. 

Por isso, escolher um software de gestão eficaz contribui significativamente no seu dia a dia. Ter tranquilidade operacional consegue garantir uma rotina sem sobressaltos. 

Alguns processos que são otimizados por meio da automação comercial:

Inventário 

É de suma importância que o varejista saiba a real situação do estoque da sua loja. Esse controle pode fazer com que ele consiga reduzir perdas que comprometem significativamente o seu negócio. 

Por isso, faz-se necessário dar mais atenção ao inventário, ele é um ótimo aliado para você conseguir melhores resultados, como comprar melhor, diminuir o número de perda, entre outros. Dessa forma, a automação comercial contribui para o lojista realize o inventário com mais agilidade e segurança. 

Controle financeiro 

Manter o controle financeiro de uma loja do varejo não é uma tarefa fácil. Por isso, para conseguir realizar um controle eficaz, a automação comercial é extremamente importante. 

Registrar todas as movimentações, controlar o que a receber e o que tem a pagar, são ações que ficam mais fácil de se fazer quando os processos estão automatizados. 

Veja alguns exemplos de processos que com a ajuda da automação comercial têm seus resultados melhorados:

Controle de estoque:

O controle de estoque é um dos principais desafios dos varejistas, principalmente os gestores de supermercados que contam com grande quantidade de itens de alta rotatividade. 

Contar com um sistema de gestão para controlar todas as movimentações de mercadorias (entradas, saídas, devoluções e transferências) é a solução para deixar o estoque sempre correto e atualizado, garantindo que sua loja não sofra com perdas, rupturas e demais problemas. Acrescente-se que nesse processo, são geradas, automaticamente, todas as informações fiscais (SPED).

Venda e emissão de documento fiscal:

Talvez o processo mais sensível de todo empresário do varejo seja a venda ao consumidor final. 

A automação comercial causa um impacto positivo ao proporcionar atendimento ao cliente de forma ágil, emitindo o documento fiscal, seja ele o cupom fiscal (emitido pelo ECF), o cupom fiscal eletrônico (emitido pelo SAT) ou a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica).

Mas as vantagens vão muito além. Com a operação, todas as informações geradas serão a base para uma série de atividades, dentre elas: fechamento de caixa, controle de vendas por cartão de crédito/débito, além da baixa de estoque, giro de mercadoria e informações fiscais.

Conclusão

Com uma infraestrutura adequada e um bom software de gestão, conquista-se maior produtividade e melhor atendimento ao cliente. 

Podemos enxergar a automação comercial como o meio pelo qual todos os setores da loja se integram e proporcionam maior eficiência operacional, objetivando a melhoria do resultado da empresa.

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