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SISTEMA CONTROL – OFICINAS E AUTOCENTROS

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SISTEMA CONTROL – MÓVEIS E ELETROS

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Control Sistema Comercial

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Frente de Caixa – PDV – Fiscal
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Sped Fiscal, Sped Contribuições, Sintegra, Cat 52
Módulo Fiscal SAT SP e CE
Venda com Controle de Entrega
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Controle de Estoque
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CRM
Controle de Restituição e Complementação do ICMS ST através do SPED Fiscal
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Venda com quantidades múltiplas
Múltiplos códigos de barras
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Emissão de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica
Gerenciamento de Operações com cartão
Emissão de NF-e / NFC-e
Cálculo de Demanda
Controle Financeiro
Help Desk
Controle de Metas e Comissões de Vendas.

Novas medidas anunciadas recentemente pelo governo chinês impactaram o preço do bitcoin e voltaram a levantar a questão sobre a legalidade da criptomoeda no mundo. Na Turquia, semanas antes, o governo havia tornado ilegal a atuação de corretoras de criptomoedas. Como é no Brasil?
O bitcoin não tem regulamentação específica no país, mas não é ilegal. Brasileiros não só podem possuir e negociar criptomoedas no mercado, como também devem declarar ganhos com o investimento dependendo do valor mensal movimentado. Em 2021, a Receita Federal, inclusive, criou códigos específicos para utilizar na Declaração de Imposto de Renda, estabelecendo distinções entre bitcoin, altcoins (como é chamada a maioria das demais criptos) e stablecoins (criptomoedas com valor fixado ao preço de uma moeda fiduciária, como o real).
Para a Receita, o bitcoin e outras criptomoedas são equiparadas a ativos financeiros, por isso a exigência em informar a posse a partir de R$ 5.000 pelo preço de aquisição, além de declarar ganho de capital do que exceder R$ 35 mil mensais em vendas ou alienações, segundo disposto na Instrução Normativa 1.888, que entrou em vigor em agosto de 2019.
Por outro lado, a comercialização de alguns criptoativos pode requerer autorização expressa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) caso estes configurem valor mobiliário. Nos EUA, um dos principais debates em curso é justamente a caracterização ou não do XRP, um criptoativo popular entre brasileiros, como valor mobiliário.
Já a atividade de corretagem de criptomoedas é reconhecida como uma atividade econômica pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio de 2020, o IBGE disponibilizou uma Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) para bolsas de criptomoedas após a falta de um código específico ser utilizada por bancos como justificativa para o fechamento de contas de corretoras.  
Regulamentação pelo Banco CentralApesar de ser chamado de moeda digital e poder ser trocado por mercadoria em alguns estabelecimentos, o bitcoin não é considerado, juridicamente, uma moeda no Brasil. O ativo também não faz parte do Sistema Brasileiro de Pagamentos nem se enquadra na definição de arranjos de pagamento do Banco Central. Por ora, o BC sequer sinaliza qualquer intenção de capitanear um movimento pela regulação do bitcoin e outras criptomoedas.
Algumas iniciativas, no entanto, partem do Legislativo. O Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), determinou a unificação dos Projetos de Lei 2060/2019 e 2303/2015, que tratam da regulação de criptoativos, ambos de autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ). O primeiro trata de penas para fraudes envolvendo criptoativos, enquanto o segundo propõe a integração das criptomoedas ao arranjo de pagamentos do BC. O PL unificado deverá ser apreciado pelo plenário ainda em 2021.
“Os projetos são essenciais na medida que visam incorporar abordagens jurídicas importantes para a tecnologia”, afirma Julieti Brambila, diretora jurídica do Alter, fintech do setor de criptomoedas. Para a advogada, os PLs deverão ajudar a criar regras transparentes e propor tratamentos jurídicos uniformizados, que devem ajudar a proteger os agentes de mercado.
“Regulamentações equacionadas com o desenvolvimento e propósito da tecnologia, bem como camadas de segurança jurídica que vão proporcionar mais eficiência na gestão de responsabilidades e governança institucional, são o único caminho para amadurecer um mercado como o nosso”, afirma.
Além dos PLs na Câmara, no Senado há outros três que, desde maio de 2021, passam a tramitar em conjunto: 3825/2019, 3949/2019 e 4207/2020. Eles propõem a regulamentação de exchanges, o controle via Banco Central, e definem regras mais claras de atuação da CVM, entre outras mudanças que dialogam com os projetos que correm pela Câmara.
AutorregulaçãoMesmo antes de uma eventual regulamentação, empresas do setor de criptomoedas dizem já cumprir com boas práticas de compliance mundo afora. Nos bastidores, a indústria manda a mensagem de que uma regulação formal poderia não ser necessária, ao mesmo tempo em que se protegem de acusações de facilitar crimes de lavagem de dinheiro.
Em abril de 2021, a PF executou uma ordem judicial para apreensão de R$ 110 milhões de uma corretora de criptomoedas supostamente envolvida com atividade ilícita.
Para driblar problemas como esse, exchanges se reuniram na Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) e criaram um Código de Autorregulação para proteger empresas e o público de crimes contra a economia popular. Brambila, que também é conselheira da Associação, acredita que regras autoimpostas ajudam a distinguir entre exchanges mais ou menos confiáveis.
“É importante pontuar que o mercado, embora não tenha um órgão supervisor, não está desamparado. Hoje temos exchanges com cooperação articulada com instituições financeiras contra fraudes, com o Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras] e autoridades policiais, as quais aplicam as melhores infraestruturas, tecnologias de segurança e boas práticas de mercado”, diz a especialista.
Fonte: Reuters

Google cria página para explicar como age no combate às fake news

O Google deu um importante passo para o combate às fake news. A gigante da tecnologia anunciou a criação da página “Mitos e Fatos”, um espaço virtual que reúne explicações sobre como a empresa atua no combate à desinformação em suas plataformas, entregando conteúdo de qualidade e também respeitando a diversidade e a liberdade de expressão.
De acordo com o Google, a iniciativa visa promover informação de qualidade. Na página é possível encontrar informações sobre como a Busca do Google foi projetada para fornecer as informações mais relevantes e confiáveis disponíveis e, também, como suas políticas proíbem que os proprietários de sites busquem enganar o usuário sobre sua identidade ou produtos.
Especialmente em um ano em que fomos bombardeados por informações diversas sobre a COVID-19, esclarecer a veracidade das notícias é um papel importante dos grandes players de tecnologia.

Quatro passos para checar informação

O conteúdo abaixo foi traduzido e adaptado pelo projeto Educamídia, que conta com apoio financeiro do Google.org. Veja essas e outras dicas no site do projeto.

  1. Ao começar a ler uma página, pause.
  2. Você conhece e confia neste site ou na fonte da informação? Se não conhece, não compartilhe ou passe adiante a informação. Vá para os próximos passos para tentar saber mais claramente o que está lendo. Se em algum momento se sentir perdido, ou se afastar do seu objetivo inicial, pause e comece de novo.
  3. Em seguida, investigue a fonte.
  4. Quem está dizendo isso? Quais as suas qualificações ou motivações? É um prêmio Nobel? Um site de teorias da conspiração? É alguém que pode ter uma agenda comercial ou política implícita? É claro que até um prêmio Nobel pode estar enganado, e que organizações e empresas com interesses políticos ou comerciais publicam muitas informações de qualidade. Ainda assim, antes de ler, procure conhecer melhor quem escreveu/publicou. Vale a pena gastar alguns segundos para estabelecer se a fonte em questão é confiável ou relevante, e até mesmo se o texto merece a sua atenção.
  5. Busque informações melhores.
  6. Outra estratégia é buscar a mesma informação em outras fontes que você conhece e nas quais confia. Qual a melhor fonte de informação que você consegue encontrar sobre isso? Faça uma busca e analise os resultados. Tente encontrar uma cobertura mais confiável, mais aprofundada ou mais equilibrada. Melhor ainda, procure descobrir se há consenso sobre essa afirmação. Você não precisa concordar, mas conhecer o histórico e o contexto de determinada afirmação irá lhe ajudar a ter uma melhor avaliação.
  7. Encontre o contexto original da informação.
  8. De forma intencional ou não, a internet pode ser um “telefone sem fio”. Afirmações, dados e imagens muitas vezes são retirados de seu contexto original e apresentados de forma isolada, oferecendo um recorte da realidade. Outras vezes, podem ter sido editados para criar uma nova mensagem. Elementos deixados de fora de uma imagem ou vídeo, legendas que não combinam com o que está na foto ou informações científicas superficiais são exemplos de mensagens descontextualizadas. Procure a informação completa.

Quer saber mais? Aprenda seis maneiras de usar a Busca do Google para verificar fatos e combater a desinformação.